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Vendas ganham força nos supermercados 15/09/2016 | em : Novidades e mercado

Vendas ganham força nos supermercados

As caixas registradoras dos supermercados começam a mostrar a retomada da confiança do consumidor. As vendas cresceram em termos reais, conforme a Abras.

O preço da cesta básica dos supermercados, composta por 35 produtos de amplo consumo, segundo análise da Abras, teve alta de 2,96% em julho em relação ao mês anterior. Pesaram particularmente no mês, em relação a junho, os aumentos dos preços do feijão (29,17%) e do leite longa vida (18,14%). Diante das variações nas gôndolas, o consumidor tem pesquisado preços entre uma e outra loja e entre as variedades de produtos, buscando promoções, mas nem isso fez cair o valor de suas compras de itens básicos.

De acordo com o superintendente da entidade, Márcio Milan, julho apresentou o melhor resultado mensal do ano, excluindo efeitos sazonais, como os observados em março e abril com a Páscoa. A reação foi mais forte nos Estados de São Paulo e Minas Gerais, sinalizando um segundo semestre de resultados mais positivos para o setor supermercadista.

No acumulado dos sete primeiros meses de 2016, registra-se aumento de 0,66% das vendas em termos reais. A Abras, porém, mantém-se cautelosa e sua projeção para o crescimento das vendas em todo o ano, já descontada a inflação calculada pelo IPCA, é de apenas 0,40%, mesmo considerando que as vendas no Natal e no fim de ano são tradicionalmente bem mais volumosas. O setor espera uma retomada mais robusta apenas em 2017, prevendo que as vendas tenham avanço de 1,5% em termos reais em comparação com o ano em curso.

Compreende-se que os supermercadistas, depois de uma longa estagnação, estejam aguardando a confirmação do crescimento de vendas no período pós-impeachment para rever as suas projeções para o fim de 2016 e o futuro próximo.

Tudo parece indicar, contudo, que, como ocorre com outros segmentos do varejo, o setor supermercadista estará atento para providenciar encomendas para renovação de seus estoques, de modo a poder atender satisfatoriamente ao crescimento da demanda que começa a se delinear.

Fonte: O Negócio do Varejo




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